BRASIL: pesquisa sobre os aeroportos nacionais!

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Segundo dados da SAC Secretaria de Aviação Civil, o perfil dos principais aeroportos brasileiros mudaram e a satisfação dos passageiros contribuiu para mensurar as principais queixas, opiniões e melhoramentos dos aeródromos. Dos 15 aeroportos mais movimentados do Brasil, 13 deles superaram a nota 4, cuja pontuação do índice revelou que os viajantes aprovaram as condições de cada aeroporto avaliado, segundo estudo da Secretaria. Há pouco mais de dois anos, apenas três dos 14 aeroportos nacionais avaliados tiveram um desempenho semelhante. Na pontuação mais baixa está o Aeroporto Internacional Marechal Rondon – de Cuiabá e localizado na vizinha cidade de Várzea Grande (MT) que teve o pior desempenho em 20 dos 48 critérios analisados pela pesquisa da SAC . Já o Aeroporto Internacional Afonso Pena de Curitiba (localizado em São José dos Pinhais, na região metropolitana da capital do PR) foi considerado o melhor do país pelos passageiros entrevistados. [Helio L Oliveira, editor MTb 69429SP, de SP – Foto: Divulgação]

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Legacy 450: muito mais para um executivo!

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A Embraer anunciou que vai aumentar o alcance do novo jato executivo Legacy 450 para 5.371 km, um adicional de 602 km sobre a autonomia atual da aeronave. O primeiro Legacy 450 com a capacidade adicional deverá ser entregue e programado para o terceiro trimestre de 2016. A aeronave custa em torno de US$ 17 milhões de dólares. [Elias Marques, editor MTb 49162SP, de SP – Foto: Embraer/Imprensa]

Pesquisa: o que falta para o setor!

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O Brasil precisaria atualmente de cerca de R$ 25 bilhões para adequar toda a sua estrutura de aeroportos para atender com dignidade tantos os passageiros como as cargas transportadas pelo modal aviação, segundo dados da pesquisa “Transporte Aéreo de Passageiros” da CNT Confederação Nacional do Transporte. O estudo ainda mostra que seriam necessários cerca de 200 novos e arrojados projetos, que vão desde a ampliação até mesmo as melhorias de pista e construção de atualizados aeroportos para um aperfeiçoamento do setor em todo o País. De acordo com a CNT, a ampliação de unidades em remodelação é insuficiente para atender a demanda num futuro não muito distante. O estudo sugere ainda que cerca de R$ 10,7 bilhões deveriam ser investidos em aeroportos considerados “saturados”. Os aeroportos de Congonhas (SP), Porto Alegre (RS), Fortaleza (CE), Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Vitória (ES) e Goiânia (GO) estão nas listagens desta “saturação” comercial e operacional. Nestes, o número de passageiros atendidos extrapola em cerca de 100% a capacidade instalada do aeroporto, gerando longas filas para “check-in” e no embarque, ocasionando assim maiores atrasos nos voos e na árdua demora da devolução das bagagens. Outros investimentos da ordem de R$ 10,6 bilhões deveriam ser destinados à construção de novos aeroportos, em especial em locais onde o atendimento do setor aéreo está distante. Cerca de R$ 3,5 bilhões restantes seriam destinados para melhorias em pistas de pouso e adequação da estrutura do transporte de carga. A pesquisa mostrou também o aumento de produtividade nos aeroportos privatizados de Guarulhos (SP), Viracopos (SP), Brasília (DF), Galeão (RJ) e Confins (MG). Segundo a CNT, foi depois do aumento dos investimentos privados por concessões nos aeroportos que o Brasil melhorou, segundo o ranking do Fórum Econômico Mundial, chegando ocupar a posição de número 95 entre os 140 aeroportos avaliados. [Elias Marques, editor MTb 49162SP, de SP * Foto: Ronaldo dos Santos/FotoFrotista/Aeroporto Internacional Afonso Pena de Curitiba/2015]

Passagens Aéreas brasileiras caíram, segundo dados da Pesquisa CNT

commercial-airplane-taking-off-and-high-resolution_227318Em 12 anos, o preço das passagens aéreas no Brasil caíram 43,1%. De acordo com a CNT Confederação Nacional dos Transportes, o valor médio de venda das passagens passou de R$ 580,58 em 2002 para R$ 330,e de R$ 225 em 2014. Além de um aumento de ganho real do brasileiro no período, o principal motivo alegado pelo órgão foi a liberdade de mercado dada às companhias aéreas para praticar seus preços. A concorrência e aumento de mercado para passageiros de renda mais modesta foram fundamentais para baixar o preço do ticket. A diferenciação de preços influenciou também pelo perfil dos passageiros nacionais. Os que precisam de voos mais emergenciais, sem escalas e com mais confortos pagam proporcionalmente mais que aqueles que se planejaram e compraram com antecedência. Este é um fator que gera maior ocupação dos voos, aumentando a produtividade — em 2000, as empresas aéreas brasileiras registravam 64,4% dos assentos ocupados, enquanto que em 2014 esse mesmo índice foi de 80,3%. A queda nos preços também permitiu que o cidadão brasileiro viajasse mais: o aumento foi de 163% no número de viagens por passageiro no ano passado. Em 2002 o brasileiro realizava cerca de 0,19 viagens por ano, em 2014 o índice sobe para 0,5 — a cada dois brasileiros, um fez uma viagem de avião no ano. Segundo o estudo, na Austrália o índice é de 2,44 viagens por ano, enquanto que nos EUA é de 2,10 e no Canadá de 1,23. [Helio L Oliveira, editor MTb 69429SP, de SP * Foto: Divulgação]