“Sucessos e Conquistas” Feliz 2015 Hibitec Editorial REV INFLYGHT AÉREO

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Museu da TAM: referência mundial mostrando grandes ícones da aviação em todos os tempos!

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O Museu da TAM está localizado m São Carlos (distante a 232 km de SP, onde funciona o centro de manutenção de aeronaves da empresa aérea) e foi totalmente idealizado pelo Comandante Rolim Amaro, também fundador da companhia brasileira. João Amaro, atualmente presidente do museu, juntamente com o irmão Rolim também participou na montagem do grande acervo, onde ambos no final da década de 80, com apenas quatro aviões antigos (que utilizavam para voos de lazer) colocariam em pratica tal sonho – um museu voltado para aviação em geral (como alguns aviões que foram ícones em suas épocas: como o “Curtiss-Robin C2”, de 1928). Entre inúmeras viagens pela Argentina e Chile em busca de aviões para a grande coleção, os irmãos Amaro estavam dispostos a montar o que é atualmente uma referencia em exposição pelo mundo, principalmente na América Latina. A caçada pelas aeronaves antigas começou há mais de 20 anos. O museu começaria a ser construído dez anos depois das primeiras projeções, como na escolha do local – a fábrica desativada de tratores CBT Companhia Brasileira de Tratores, definida pela excelente área e que proporcionaria não só abrigar o futuro acervo, mas também para a instalação da oficina de reparos nas aeronaves da companhia aérea TAM.

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Assim em 2006 o museu da TAM abriria suas portas para os admiradores de aviões. Em 2008 João Amaro decide expandir o hangar que abrigava os aviões, passando de 9 mil para 22 mil m². O museu recebeu inicialmente 30 milhões de reais em investimento, dos quais 40% foram por meio de incentivos do Governo Federal, mas só pôde ser totalmente construído devido o grande empenho da Equipe TAM, companhia brasileira que se firmava como referência latino-americana e mundial nos anos 80. Outro grande detalhe imposto pelo fundador do museu era de que as aeronaves com importância histórica tivessem condições de voo. Desde a morte do Comandante Rolim em 2001, João Amaro se dedica exclusivamente ao museu (além da imensa paixão iniciada pelas motocicletas e muito compartilhada entre os irmãos).

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Atualmente são 120 aeronaves, onde cada nova aquisição é comemorada com a empolgação, como no primeiro avião comprado, um “Cessna-195”, de 1950. O Museu da TAM fica a 15 km do centro da cidade de São Carlos e abre de quarta-feira a domingo, das 10h às 16h. Ainda para os próximos anos, a companhia tem planos de levar todo o acervo documental da empresa para o museu. Helio Luiz de Oliveira, editor MTb 69429SP, de São Carlos, SP – Fotos: Divulgação.

Encomendas “firmes” posicionam a fabricante brasileira de aviões no cenário internacional!

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A fabricante de aviões Embraer deve encerrar o exercício de 2014 com muito euforismo. Afinal, a empresa localizada no vale paraibano paulista projeta entregar cerca de 1,6 mil novas unidades de jatos de 70 a 130 assentos na região da Ásia-Pacífico para os próximos 20 anos, segundo comunicado da empresa. De acordo com os dados da fabricante, a expectativa equivale a US$ 70 bilhões na lista comercial dos valores das aeronaves e cerca de 20% da demanda mundial para o período. Eduardo J Oliveira, editor MTb 15675SP, de SP – Foto: Embraer/Imprensa

SP vai contar num futuro com outras opções de aeroportos!

Governo Federal quer construir novos aeroportos no Estado de SP

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O maior Estado da Federação deverá contar com futuros e novos aeroportos, cuja meta do Governo Federal de ampliação do sistema aeroviário regional vai garantir uma expansão de negócios e tentar desafogar os aeroportos existentes. Na planilha e nos estudos evidenciados pelos técnicos do setor são enfáticos na afirmação: Congonhas, Cumbica e Viracopos estão com suas capacidades comprometidas, mesmo com os investimentos e da expansão de suas áreas. A exploração comercial de novos aeroportos privados no Brasil se tornou viável após a publicação de um decreto com mudanças na regulamentação do setor em dezembro de 2012. O decreto contemplou apenas projetos de aeroportos para aviação executiva, mas o Governo Federal avaliou e quer estender a regra para outros aeroportos destinados a voos comerciais. Como exemplo está à empresa Aerovale que recebeu investimento de R$250 milhões e faz parte de projeto que recebeu a concessão e da autorização para exploração comercial do aeroporto privado nos limites do Estado bandeirante. Como é o caso da localidade de Caçapava – distante a 120 km da capital de SP e cujo empreendimento da Aerovale já atualmente em processo de construção. O mega empreendimento contará também com dois hotéis, um centro de convenções, torres comerciais, “Outlet” e modernas quadras poliesportivas para locação. O novo aeroporto paulista pertence à Construtora Penido e faz parte de um projeto de desenvolvimento imobiliário de uma região rural em Caçapava, ocupando uma área de 2,25 milhões de m². O empreendimento ainda prevê a comercialização de 117 lotes aeronáuticos (específicos para a construção de hangares) e ainda de 188 áreas para condomínios industriais. O terminal de passageiros terá como capacidade atender cerca de 600 passageiros. “O Estado de SP tem uma grande demanda para a aviação executiva, cuja capital paulista possui a segunda maior frota de helicóptero do mundo. A necessidade da criação do Aeroporto em Caçapava mostra a capacidade da infraestrutura aeroportuária que o País necessita” – afirmou em nota o Governador Geraldo Alckmin. Além do aeroporto de Caçapava, também receberam o aval da SAC Secretaria de Aviação Civil do Governo Federal os projetos e construção dos aeroportos em Parelheiros (zona sul de SP) e outro na localidade de São Roque (distante 65 km da capital bandeirante). Elias Marques, editor MTb 49162SP, de São José dos Campos, SP – Foto: Divulgação

Embraer Portugal – Centro tecnológico é referência na Europa!

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A Embraer também destaca o seu moderno CET Centro de Engenharia e Tecnologia localizado na cidade portuguesa de Évora (a 154 km a leste de Lisboa, capital federal). A divisão tecnológica e de engenharia da companhia brasileira tem como objetivo desenvolver peças e estruturas em materiais compostos. Com duas fábricas em Portugal, a Embraer investiu um total de 177 milhões de euros, cujas unidades começaram a operar no final de 2012: a “Embraer Metálicas” e a “Embraer Compósitos” (elaborando os componentes de fuselagem tanto para as asas como para as caudas das aeronaves da Embraer). Também na unidade também são produzidas peças para o moderno avião executivo “Legacy 500” e do avião de transporte militar “KC-390”. Elias Marques, editor MTb 49162SP, de São José dos Campos, SP – Foto: Embraer/Imprensa.

“KC-390” da Embraer – um importante passo para a indústria nacional com vistas para o mundo!

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A Embraer entregou para a FAB Força Aérea Brasileira o primeiro avião militar da série “KC-390” (de um total de 28 unidades programadas). O modelo foi apresentado as autoridades na planta industrial de Gavião Peixoto (interior paulista). O “KC” será comercializado também com proposta para outras 32 diferentes nacionalidades. O protótipo  mostra contudo o status em que a fabricante brasileira de aviões alcançou ao longo dos últimos, se projetando entre as principais construtoras de aviões comerciais, agora atuando com forte destaque no segmento militar. Jackson Schneider, presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança ressaltou: “Estamos vivenciando um excelente momento na empresa. Com o KC-390 Militar estamos mostrando nossas qualidades no segmento especificado” – apontou o executivo. Helio L Oliveira, editor MTb 69429SP, de São José dos Campos, SP – Foto: Embraer

Estudo aponta: piloto de avião também deve cumprir as “importantes horas” de descanso…

Piloto cansado: um perigo que pareça estar muito alto.

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Segundo dados dos reguladores de segurança dos EUA afirmaram em estudos e investigação que o cansaço dos pilotos pode ser fatal, devido às exigências por parte das companhias aéreas em escalar os profissionais aéreos e dos perigos do cansaço dos pilotos em acúmulos de horas de trabalho. Os reguladores dos EUA investigaram a partir do acidente fatal do jato da empresa UPS United Parcel Service Inc., ocorrido em 2013, ressaltando os perigos do cansaço do piloto, uma questão crucial para as tripulações dos aviões de carga, que frequentemente voam durante a noite. Documentos divulgados pelo Conselho NTSB (sigla em inglês) Nacional de Segurança nos Transportes dos EUA, mostrando que o piloto havia reclamado da grade de trabalho de voo noturno e que o copiloto não havia aproveitado ao máximo a oportunidade de descansar antes de iniciar o seu turno. Ambos os pilotos morreram em uma aterrissagem fracassada antes do amanhecer de 14 de agosto de 2013 no voo 1354 da UPS. Pilotar uma aeronave diurnamente requer uma atenção normal dos profissionais, o que é diferente de quem pilota em voos noturnos. Segundo o especialista em voo e professor da Universidade Aeronáutica Embry-Riddle, de Prescott, Arizona, Bill Waldock, que dá aulas sobre investigações de acidentes aéreos, que pode ser prejudicados pela máxima atenção exigida, mesmo sobre os altos céus. Os estímulos das respostas dos membros de uma tripulação são críticas, devido ao cansaço e fadiga, procedentes do sono e da responsabilidade da profissão. Afinal, as noites foram feitas para repouso. As autoridades de segurança disseram que os pilotos do “UPS” voo “1354” cometeram erros quando tentaram a aterrissagem em Birmingham, Alabama. “Temos por natureza humana a vivencia normal durante o período diurno” – afirmou o Prof. Waldock. “Nós gostamos de ficar acordados durante o dia e dormir à noite. Para muitas pessoas é difícil inverter isso” – destacou o perito. A “UPS” – é a maior empresa de entrega de pacotes do mundo, e a “FedEx” a operadora da maior companhia aérea de cargas, empresas essas que realizam seus voos em grande totalidade à noite, quando há menos concorrência no espaço aéreo com os aviões de passageiros. “Os pilotos que voam durante a madrugada são ainda mais suscetíveis ao cansaço” – completou o professor Bill Waldock, da Embry-Riddle University do Arizona, EUA. Cerca de dois terços do volume da UPS é movimentado em voos noturnos, segundo informações da própria empresa aérea norte-americana. A UPS afirmou que a jornada doméstica máxima dos pilotos é de 13,5 horas, enquanto o limite estabelecido para operações de carga é de 16 horas, segundo a norma da FAA (sigla em inglês) da Administração Federal da Aviação dos EUA. Assim as companhias aéreas de cargas não estão sujeitas às regras de trabalho e descanso mais estritas dos EUA. As operadoras de carga estão isentas dos novos padrões para pilotos de aviões de passageiros, cujos turnos máximos de trabalho foram limitados a uma faixa entre 9 e 14 horas, em vez de 16 horas. Desde janeiro de 2014, os pilotos de companhias aéreas de passageiros devem cumprir rigorosamente as escalas de descanso. Pilotos de companhias aéreas de passageiros que voam à noite, cruzando múltiplos fusos horários ou executando numerosos pousos e decolagens foram restringidas ao máximo. Pilotar e voar à noite são os grandes desafios dos profissionais do segmento aéreo, até porque se tem por regra que esses pilotos tentem manter uma rotina normal durante o dia quando não estão trabalhando, o que as torna um pouco difícil: o dia tem por normalidade o aumento do barulho e a luminosidade natural, muito diferente do período noturno que é muito mais sossegado e de baixa concentração de luz. Outros estudos também apontam que o trabalho por turnos esteja por muito tempo ligado a riscos para a segurança e a saúde (absorvendo intempéries diferenciadas). Para os pilotos que voam em horários irregulares e operam em ambiente com menos espaço estão sujeitos a erros e consequentemente a mais graves, o que é muito diferente da maioria das outras ocupações. Jean R Dierckx, de Bruxelas, Bélgica – Correspondente para a REV INFLYGHT AÉREO BRASIL – Images: Press