DAESP vai impulsionar o processo de privatização de alguns aeroportos do interior de SP.

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O Daesp Departamento Aeroviário do Estado de SP anunciou que vai iniciar um processo de concessão à iniciativa privada de 11 dos 27 aeroportos que são administrados na maior UF do país. Nisto leva-se em conta a expansão do mercado brasileiro de aviação executiva, cuja transformação abre caminho tanto para a exploração comercial de aeródromos privados quanto para a privatização de aeroportos estaduais regionais que promete absorver parte da demanda de voos não regulares no Estado bandeirante. Aeródromos como o Campo dos Amarais, em Campinas, Jundiaí, Bragança Paulista, Itanhaém e Ubatuba listam-se nas prioridades do Daesp, cujos contratos devem estar assinados no primeiro trimestre de 2014, com validade de 30 anos. Ainda assim a SAC Secretaria de Aviação Civil conferiu a autorização a dois aeródromos privados paulistas – um localizado na capital e outro em São Roque (67 km), para cobrar tarifas de seus operadores – uma outorga inédita no segmento. Até mesmo o Governador Geraldo Alckmin de SP reconhece a importância da infraestrutura aeroportuária para o desenvolvimento do Estado, apontando que o modal aéreo é um dos que mais cresce no país, citando a expansão de cidades de Guarulhos e Campinas, e concluiu: “Fecharemos o Rodoanel Mário Covas (SP021) interligando 10 outras vias que cruzam SP, teremos então as linhas férreas de acesso aos aeroportos de Guarulhos e Congonhas e viabilizaremos o trem intercidades, que cruzará municípios servidos pelos aeroportos regionais, como Jundiaí, Sorocaba e São José dos Campos” – finalizou o governador.  “Acredito que eles possam receber até voos nacionais e internacionais” – ressaltou Eduardo Marson, presidente do Conselho Consultivo da Abag Associação Brasileira de Aviação Geral, completando: “As autoridades brasileiras precisam entender que só assim os aeródromos conseguirão, de fato, desafogar o tráfego dos grandes aeroportos nacionais”. Por Eduardo J Oliveira, editor MTb 15675SP, de SP – Fotos: Divulgação.

 

Avianca Brasil – agora na “Star Alliance”!

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A Avianca Brasil anunciou que ingressará a partir de 2014 na aliança global de companhias aéreas internacionais. Como a Avianca que opera em toda a América Latina (que incorporou a Taca no ano passado) que já fazia parte da rede desde 2012. Também aqui na América do Sul a “Star Alliance” conta também com a Copa Airlines e entre as associadas congregam as empresas aéreas TAP, Turkish Airlines, South African Airways, Air Canada, Lufthansa e United (essas últimas três, fundadoras da aliança). “A Avianca Brasil é uma das companhias aéreas que mais cresceu no ultimo tempo, mostrando a força do grupo em toda a America Latina. Para nós se trata de um motivo de orgulho te-la como associada” – declarou Alliance Mark Schwab, CEO da Star em comunicado oficial.

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Atualmente a companhia possui em sua moderna frota os aviões a jato da EADS/Airbus como o A318, A319 e A320 e o Fokker MK28 – que juntos compõe 39 aeronaves e um crescimento expressivo de 37% no mercado de aviação civil nacional. “Estamos também muito contentes e preparados para o grande trabalho que temos pela frente para desenvolver a Avianca Brasil como a empresa brasileira da Star Alliance e complementar a rede para os outros 28 membros que já atuam aqui no país” – finalizou Ian Gillespie, diretor da divisão internacional da Avianca e coordenador da Star Alliance no Brasil. Com a adesão da Avianca Brasil, a “Star Alliance” garante a presença em solo brasileiro. Por Helio Luiz de Oliveira, editor MTb 69429SP, de SP – Foto: Divulgação.

FAB vai receber aviões suecos para proteção do espaço aéreo brasileiro!

Depois de anos de indecisão, FAB vai ter em sua frota aviões-caça Gripen da Suécia!

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O Governo Federal divulgou a aquisição dos caças suecos para reequipar a FAB Força Aérea Brasileira, cujos critérios técnicos prevaleceram ao final de um longo processo de escolha no que determinou dois anos de espera. O avião é de origem sueca: o “Gripen” de fabricação americana e de tecnologia, também usada em armamentos. A compra dos caças da França vai exigir do Brasil o pagamento de US$ 4,54 bilhões de dólares por 36 caças (avião de tecnologia sueca com motor americano). Também está acordado que 80% da estrutura das aeronaves serão fabricadas no Brasil. Os primeiros caças “Gripen” devem chegar por aqui a partir de 2018 e a frota deverá ser entregue até o ano de 2023. Até lá, a defesa aérea seguirá com os caças modelo “F-5”, já que os caças da FAB “Mirage” serão aposentados. Por Elias Marques, editor MTb 49162SP, de SP – Fotos: Divulgação.

Com o Galeão e Confins – “privatizados”, o país segue para um novo rumo na aviação civil com aeroportos totalmente modernizados!

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Com as privatizações dos aeroportos do Galeão (RJ) e Confins (MG), o país vive um grande e importante momento no setor de aviação civil, onde, juntos, os dois aeroportos movimentam 17% do total de passageiros transportados no país, 10% da carga aérea e ainda 12% das aeronaves do tráfego aéreo brasileiro. Ainda que a privatização do Galeão e de Confins resolve apenas alguns problemas localizados, os investimentos necessários à modernização desses terminais devem ultrapassar R$ 9 bilhões.

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O ingresso da iniciativa privada no Galeão e em Confins, segundo a ANAC Agência Nacional da Aviação Civil quando acabar a concessão no ano de 2038, o aeroporto carioca atenderá cerca de 60 milhões de passageiros, triplicando o número de passageiros no principal aeroporto do RJ. A operação atraiu importantes grupos de grandes empresas e permitiu ao Governo Federal receber um montante de R$ 20,8 bilhões. A chamativa e adesão de empresas com experiência internacional que operam em aeroportos exigiu uma supervalorização de 251,7% (diferença entre o lance mínimo exigido e o total arrecadado), indicando assim que o potencial desse mercado (que tem crescido no mundo inteiro) tem no Brasil a evoluir em ordem crescente. Assim a imagem positiva da privatização mostra o caminho certo em que o país está se orientando, fazendo com que o investidor internacional esteja totalmente interessado e confiante no mercado brasileiro. Por Eduardo J Oliveira, editor MTb 15675SP, do RJ – Fotos: Divulgação.

Novas aéreas devem ingressar no serviço nacional.

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O Brasil tem chamado à atenção de grandes e importantes companhias aéreas internacionais que ainda não operam no país. Segundo o diretor da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), Carlos Ebner, pelo menos dez companhias aéreas já sinalizaram a intenção de desembarcar em solo brasileiro. Entre os principais motivos desse movimento estão à expectativa de expansão do comércio entre o Brasil e alguns mercados espalhados principalmente no Continente Asiático, particularmente os emergentes, como também os grandes eventos esportivos programados para 2014 e 2016. Companhias aéreas como a Ethiopian Airline iniciaram suas operações de voo recentemente no país, sem contar com as possíveis ações comerciais como a Air Algérie, a Royal Air Maroc e a nigeriana Arik Air. Tambem segundo a Anac Agência Nacional de Aviação Civil – a agência reguladora brasileira já receberam autorização a chilena Sky Airline e as empresas de carga aérea Amerijet Internacional e Avient. Companhias aéreas como a polonesa Lot Polish Airlines, a sul-coreana Asiana Airlines, a Arik Air e a Aruba Airlines solicitaram recentemente as autorizações, cuja fase ainda não foi concluída o processo. Por Elias Marques, editor MTb 49162SP, de SP – Fotos: Divulgação.

Mais passageiros estão voando na UE, recuperação depois da forte crise econômica que assustou o Velho Continente!

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Em 2012, 827 milhões de pessoas viajaram de avião pela EU União Europeia, segundo dados divulgados pela Agência de estatísticas da UE, a “Eurostat”. O número foi comemorado por representar aumento de 10% em relação aos índices de 2009 – ano com os piores registros desde o início da crise econômica que abalou toda a região do “Velho Continente”. Em relação a 2011, o crescimento no tráfego de passageiros por toda a Europa foi de 0,7%. Também cerca de dois terços dos 30 aeroportos regionais com maior tráfego aéreo estão nesses cinco países citados. Os aeroportos mais movimentados são: de Londres-Heathrow, seguido pelo Aeroporto de Paris–Charles de Gaulle, Frankfurt-Main, na Alemanha, em quarto lugar se destaca o Aeroporto de Amsterdan-Schipol e, em quinto, o Aeroporto de Madri-Barajas.

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Já na lista dos dez aeroportos europeus mais movimentados em todo o ano de 2012 são: o aeroporto de Munique (Alemanha), Roma, Barcelona, Londres-Gatwick e Paris-Orly. Grã Bretanha (com 203 milhões de passageiros em 2012), Alemanha (com 179 milhões) seguidos pelos países como a Espanha, França e Itália são os países que lideram o tráfego de passageiros na região, concentrando 95,8% do volume de passageiro com origem ou destino à União Europeia. Por Jean R Dierckx, de Bruxelas, Bélgica – Correspondente para a Revista Inflyght Aéreo – Brasil – Images: Press

Brasil poderá se tornar o terceiro maior mercado aéreo doméstico do mundo até 2017.

O Brasil poderá se tornar o terceiro maior mercado aéreo doméstico do mundo (até 2017), com 122,4 milhões de passageiros, perdendo apenas para os EUA e China, respectivamente, primeiro e segundo. Essa informação foi comunicada em documento e relatório apresentado em cenário projetado pelas próprias companhias de aviação no “Projeções do Setor Aéreo 2013-2017”, da IATA International Air Transport Association (a Associação Internacional de Transporte Aéreo).

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Com os brasileiros viajando cada vez mais de avião dentro do país, a expectativa de crescimento é confirmada pelo MTur Ministério do Turismo, onde em 2012, os aeroportos brasileiros registraram 85.471.710 desembarques de passageiros em voos domésticos – um crescimento de 70,94% desde 2007 (quando foram registrados 50.002.469 voos).

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O cálculo também foi dimensionado e baseado no ritmo de crescimento das atividades turísticas e no acompanhamento conjuntural do setor, realizado pelo Departamento de Estudos e Pesquisas da pasta do turismo do Governo Federal.

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De acordo com o Plano Nacional de Turismo 2013-2016, a meta é alçar o país à condição de terceira economia turística do mundo até o ano de 2022.

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O aumento exponencial nos últimos anos foi impulsionado pelo crescimento do poder de compra da “classe C”, junto com uma maior facilidade de financiamento dos bilhetes aéreos e no aperfeiçoamento dos programas de milhagem das companhias aéreas nacionais.

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Atualmente o Brasil é a sexta maior economia do setor e movimentou em 2012 cerca de R$ 250 bilhões. Para 2013, a projeção do MTur é que os desembarques domésticos cheguem aos 92 milhões. Por Helio Luiz de Oliveira, editor MTb 69429SP, de SP – Fotos: Inflyght Aéreo/Arquivo