American Airlines USA – surge uma nova gigante nos ares.

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As companhias aéreas AA American Airlines e US Airways formalizaram a união dando origem a maior gigante mundial e norte-americana na área da aviação comercial. A fusão entre a US Airways & American Airlines está estruturada em partes, pois existem ainda os credores da AA (administrados pela AMR, principal agente que responde pela operação de cerca de 72% da entidade combinada devido a situação que esta companhia estava vivenciando a sua concordata desde o final de 2011).

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O atual CEO da cia. aérea US Airways, Doug Parker vai se tornar CEO do novo grupo, que manterá o nome de “American Airlines”. Já, Tom Horton (atual CEO da AMR) será o presidente do Conselho de Administração e que continuará no cargo até 2014. Juntas, as empresas contaram com uma frota de cerca de 1530 aeronaves e um volume de negócios de US$ 38,7 bilhões dólares (com dados oficializado no período de 2012). O novo grupo disponibilizará de 11 bilhões no mercado de ações.

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A fusão deverá gerar ainda mais de um bilhão de dólares em sinergias até o ano de 2015. Ao todo são cerca de 100 mil  funcionários das atuais marcas, e que a priore não devem haver cortes de empregos. A sede será localizada na base administrativa onde atualmente é a AMR, em Dallas-Forth Worth, Texas. Ambas as companhias aéreas voam para 336 destinos (entre rotas internas nos EUA e ainda linhas internacionais), possuindo ao todo nove centros especializados (“hubs”). As autoridades norte-americanas ainda devem dar a luz verde a fusão das empresas, dada a complementaridade das duas companhias não devem ter obstáculos à união, e que esperam concluir no terceiro trimestre deste ano todo o processo administrativo da negociação.

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O mercado de aviação nos EUA tem vivenciado nos últimos anos a fusão das companhias Delta Airlines e Northwest Airlines, United Airlines e Continental Airlines, Southwest Airlines e AirTran – notáveis que apresentaram números negativos devido a recessão econômica mundial. (Por Jean R Dierckx, correspondente para a Inflyght Aéreo, de Bruxelas, Bélgica e Helio Luiz de Oliveira, editor MTb 69429SP, de SP – Fotos: Divulgação/AMR/US Airways).

Força Aérea Nacional de Angola recebe os primeiros A-29 Super Tucano brasileiro.

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Os três primeiros e novos aviões turboélices de ataque leve “A-29 Super Tucano” da Embraer Defesa e Segurança foram entregues à Força Aérea Nacional de Angola, que encomendou um total de seis aeronaves do modelo. Em cerimônia realizada em Gavião Peixoto, SP, o turboélice de treinamento avançado opera com mais de 130 configurações de armamentos, incluindo lançadores de foguetes de 70 mm, mísseis “ar-ar” e bombas guiadas a laser, totalmente integradas ao sistema de missão da aeronave (com designador a laser). Com esta entrega, o país africano se torna o terceiro operador do “Super Tucano” naquele continente, cujo empregado em missões será de vigilância de fronteiras.

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“A escolha do Super Tucano pela Força Aérea Nacional de Angola demonstra o enorme potencial desta aeronave na África”- enfatizou Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança. “Trata-se de uma aeronave robusta, versátil, extremamente eficiente, com experiência comprovada em combate e baixos custos de operação. Por isso, tem despertado grande interesse de diversos países africanos” – concluiu o executivo. O modelo está em operação em sete forças aéreas na América Latina, na África e na Ásia, e já superou a marca de 170 mil horas de voo e 26 mil horas de combate. O “A-29” é capaz de executar uma ampla gama de missões, que incluem ataque leve, vigilância, interceptação aérea e contrainsurgência. A aeronave é o fruto de um projeto desenvolvido de acordo com as rigorosas exigências da FAB Força Aérea Brasileira que já entregou mais de 160 aviões em todo o mundo. (Por Helio Luiz de Oliveira, editor MTb 69429SP, de SP – Fotos: Divulgação).

Republic Airways encomenda novos jatos E175 da Embraer.

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A fabricante de aviões brasileira “Embraer” anunciou que vai fornecer para a Republic Airways (maior operadora de jatos regionais da consagrada indústria de São José dos Campos no mundo) 47 unidades dos jatos modelo “E-175”. Ainda nesta operação comercial inclui a opções de aquisição para novas 47 unidades adicionais, cujo valor de negociação equivale a cerca de US$ 4 bilhões (ou ainda mais de R$ 8 bilhões). Os novos aviões serão operados pela subsidiária da Republic Airways com as cores da “American Eagle” – empresa que opera nas rotas regionais da American Airlines, empresas controladas pela AMR (que detém a recuperação judicial da American Airlines nos EUA). A assessoria de imprensa da Embraer informou que o acordo e o contrato estejam totalmente definido e incluído na carteira de pedidos da fabricante ainda neste primeiro trimestre. A primeira entrega para a Republic Airways está programada para ser entregue ainda neste primeiro semestre de 2013. Os aviões terão os layout´s aeronáuticos em duas classes de serviço, com capacidade para 76 passageiros. (Por Helio Luiz de Oliveira, editor MTb 69429SP, de SP – Fotos: Divulgação/Embraer).

Aviões terão revisões completas, antes de voltarem a voar.

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Em decisão inédita, autoridades japonesas e norte-americanas decidiram suspender o voo por um período durante as conclusivas investigações dos recentes incidentes a bordo de alguns jatos da série 787 Dreamliner, da Boeing. Uma sobrecarga na bateria da aeronave poder ser a causa de fogo verificado em alguns aviões de consagradas companhias aéreas mundiais. Os voos do modelo só poderão voltar a operar após um laudo explicativo e de conclusão que não haja mais incidência deste problema para o jato da norte-americana Boeing. Enquanto isso, As entregas do avião “787 Dreamliner” estão ficando para trás e podem sofrer alguns cancelamentos, das companhias que estavam por receber o equipamento. Autoridades decidiram deixar o “787” sem voar depois de uma série de incidentes de segurança com o modelo, incluindo um incêndio em bateria nos EUA (num avião da Japan Airlines em Boston) e no Japão (neste país, ocasionou um pouso de emergência num voo da All Nippon Airways). A Boeing já entregou até a presente data 50 aviões da série “787”. Cerca de metade dessas aeronaves operam no Japão e as demais em companhias aéreas nos EUA, Índia, América do Sul, Polônia, Catar e Etiópia. (Por Carlos A Campos, correspondente para a Inflyght Aéreo, dos EUA – Foto: Divulgação).

Embraer quer fabricar helicopteros através de joint-venture com Agusta Westland.

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A Embraer (brasileira, maior fabricante mundial de jatos regionais) anunciou seu plano de estratégia de diversificação de negócios, anunciando a intenção de ingressar na fabricação de helicópteros por meio da “joint venture” com a empresa Agusta Westland, empresa do grupo italiano Finmeccanica. Devido ao seu porte industrial e do grande potencial, a empresa visualiza o mercado de helicópteros bimotores (de capacidade média), principalmente para atender ao setor de óleo e gás que está em expansão aqui no Brasil. Ambas as empresas (Embraer e Agusta Westland) querem atender o mercado comercial e militar para a América Latina. “Este é um passo importante para a nossa empresa, em continuidade à expansão dos nossos negócios” – afirmou o presidente-executivo da Embraer, Frederico Curado, em comunicado. Além de se expandir na aviação executiva, a Embraer já desenvolve o cargueiro KC-390 – o maior avião já produzido no Brasil no segmento militar e no mercado de veículos aéreos não-tripulados (com o modelo “Vant”), por meio de uma sociedade com a AEL Systems, subsidiária da israelense Elbit Systems. (Por Helio Luiz de Oliveira, editor MTb 69429SP, de SP – Foto: Divulgação/AgustaWestland).

Sukhoi Aircraft – o “Superjet 100”

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Apresentado como o primeiro avião civil pós URSS União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, a fabricante Sukhoi Civil Aircraft Company espera reverter a posição e se consolidar no mercado de aeronaves até 120 passageiros. Atualmente são apenas sete aeronaves em operação comercial. Denominado “Superjet 100”, o modelo aeronáutico compartilha a tecnologia e “know-how” produzido em Komsomolsk-on-Amur, Novosibirsk, Voronezh – unidades industriais russas. De tradição militar, a Sukhoi aposta no produto que coloca os passageiros em um elevado nível de conforto. A aeronave é moderna, economicamente eficiente e globalmente comercializável. O “Superjet” é alimentado pelo motor modular da série SaM146 desenvolvido pela PowerJet. Apresentado com um design rico em detalhes modulares, o motor da aeronave (NPO Saturn produtor russo de motor para aviões) utiliza 20% a menos em peças, o que simplifica significativamente as operações de manutenção. Enquanto o “Superjet 100” é destinado à classe regional (além de contar com a sua versão de longo alcance – LR long-range), pode transportar entre 68 até 103 passageiros (fuselagem de seção transversal com largura no corredor de 20,08 polegadas, altura do teto totaliza de 83,46 polegadas, enquanto que cada assento é 18,31 polegadas de largura). Desde junho de 2007, a Sukhoi, a italiana Finmeccanica Group (da Alenia Aeronáutica) tem um acordo comercial que estabelece uma parceria estratégica (“joint venture” sendo 51% da Alenia e 49% da Sukhoi Holding) sediada em Veneza, responsável pelo marketing, vendas e entrega de aviões na Europa, América do Norte e Sul, além da África, Japão e Oceania. Ao longo da história da aviação comercial russa, o “Superjet” aparece como a primeira aeronave apta para atender as necessidades e demandas de operadores por todo o mundo. (Por Jean R Dierckx, correspondente para a Inflyght Aéreo, de Bruxelas, Bélgica – Foto: Divulgação).